Receita de Casa Sustentável

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mud_house_900

Imagem ampliada:
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Adorei essa técnica para construção de uma casa hiper sustentável. Como uma receita de bolo, você incorpora os ingredientes e amassa com os pés \o/

Depois a casa é toda esculpida à mão \o/ \o/ \o/ \o/ \o/

A matéria é do site Green Anarchy, e pode ser lida na íntegra abaixo. Simplesmente amei e vou pesquisar mais sobre o assunto.

Imagem de todo o conjunto da região. Amplie:http://i.imgur.com/TZUytJ6.jpg

Feita de com as mãos (e pés), COB, técnica antiga de elementos naturais como Terra, Argila, Areia e Palha. Não confunda Adobe com COB. No Adobe fazemos blocos, e COB esculpe paredes da fundação para cima em peça única. Passo a Passo básico de casa COB:

Passo à passo básico de uma casa COB
– Em lona grossa misture areia, argila ou terra e água (porcentagem para cada elemento depende muito do tipo de terra e da areia). Podemos tomar por base 70% de areia para 30% de argila-terra. Podemos usar os pés para misturar a massa. Isso é terapêutico.

– A massa é pisoteada. Fica com aspecto de “massa de modelar”, homogêneo. Palha é acrescentada. Depois de misturar bem a palha é só moldar a massa, empilhar fazendo uma parede de baixo para cima de no mínimo 30cm de espessura. As paredes devem começar mais grossas, com 40 cm e 50 cm e podem terminar mais finas, isso ajuda na sustentação e na estrutura da casa. Para melhor aproveitamento, o ideal é fazer camada de 40 cm de altura por dia, deixando a superfície dessa camada mais úmida, pois assim estará preparada para a outra camada do dia seguinte. Agora use criatividade e faça a sua casa COB, e pode ESCULPIR a parede do jeito que você desejar. 

 

A FAMÍLIA QUE PRODUZ A PRÓPRIA COMIDA EM 370 METROS QUADRADOS (2700 KG DE COMIDA) 

 

 

Hoje em dia, chegar até o final do mês não é fácil por causa do aumento dos custos, da dificuldade de encontrar um emprego e dos salários muito baixos no caso uma pessoa ache uma ocupação. No entanto, a técnica usada poresta família de Los Angeles pode ser um exemplo perfeito de como podemos conseguir sobreviver produzindo o próprio alimento sozinhos e cultivando-o utilizando as mais modernas técnicas.

Nos arredores da capital da Califórnia, nos Estados Unidos, vive a família Dervaes. É uma família que possui um jardim com uma superfície de cerca de 370 metros quadrados. As dimensões são normais, nada de exagerado, mas mesmo com pouco você pode conseguir realizar muita coisa. A cada ano, esta família consegue com seu pedaço de terreno obter uma alta quantidade de comida, o suficiente para se sustentar. Na verdade, são mais de 2000 os vegetais que são cultivados no terreno dos Dervaes. Além disso, podemos especificar uma quantidade elevada de fruta de estação e ovos nascidos graças ás galinhas que pertencem à criação da pensão.

 

Números muito interessantes para um grupo de pessoas que podem viver com muito pouco e não precisam de nada mais. A produção dos Dervaes é realmente admirável e alcança números incríveis. Os campos produzem alimentos também, para outras pessoas que pretendem comprá-lo, garantindo uma renda familiar de quase 90.000 reais por ano. Uma técnica que, ao que parece, traz benefícios para a família mas também para os outros.

No super-jardim dos Dervaes há de tudo. A partir de vegetais até as frutas, de ovos de galinha biologicos até as flores comestíveis e o mel. Há algo para todos os gostos e para cada tipo de exigência, com uma longa série deprodutos biológicos e compatíveis com o meio ambiente. Mais de 400 variedades de produtos estão presentes no grande jardim, com preços de venda que são perfeitos se consideramos o seu inquestionável valor, capaz de satisfazer até os paladares mais exigentes.

 

Fonte: Lá na Roça

A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo | Raquel Almeida | bim.bon

A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo – Autor: Raquel Almeida – Se você é paulista ou se já circulou por bairros mais tradicionais e preservados de São Paulo, provavelmente já deve ter visto o revestimento de caquinhos para pisos. O chão de cerâmica quebrada faz parte das memórias de vários moradores da cidade e marcou uma geração inteira como decoração da época das casas paulistas. Mais interessante que o charme dos caquinhos, só mesmo a história que está por trás dessa tradição. Tendo como base a história contada pelo engenheiro Manoel Botelho, o bim.bon te ajuda a entender como o revestimento virou febre na metade do século passado. via flickr Por volta das décadas de 40 e 50, São Paulo possuía duas grandes indústrias de cerâmica. A mais importante para contar essa história é a Cerâmica São Caetano, que chegou no estado paulistano em 1913 e, por muitos anos, foi referência em produção de tijolos, ladrilhos e telhas. Um dos produtos mais populares dessas indústrias era um tipo de lajota cerâmica quadrada (com cerca de 20x20cm), composta por quatro quadrados iguais. Inicialmente, elas eram produzidas nas cores vermelha – que era a mais comum e mais barata -, preta e amarela. Essas lajotas eram comumente utilizadas em pisos de comércios ou em casas de classe média. Na época, os lotes dos operários possuíam de 10x30m ou, no mínimo, 8 x 25m – o dinheiro era escasso e os pisos eram em sua grande maioria cimentados, cinzas e monótonos. No entanto, naquela época, durante o processo de fabricação industrial das peças, aconteciam muitas quebras das lajotas – e esse material quebrado era deliberadamente descartado pela fábrica. Eram caminhões carregados que transportavam os descartes para um terreno abandonado para serem enterrados. via donna gatta Até que um dia, um funcionário da empresa que terminava a reforma de sua casa e não possuía dinheiro para revestir seu piso, lembrou das lajotas quebradas e dispensadas. O operário pediu que pudesse reunir parte do das sobras e usar em sua reforma – a empresa topou e ainda forneceu transporte gratuito dos restos de cerâmica, já que economizaria dinheiro se não houvesse tanto descarte para enterrar. A remessa recebida pelo operário possuia predominantemente peças vermelhas, mas haviam algumas amarelas e pretas também. No momento de assentar, o empregado não descartou as peças de outras cores – misturou o preto e o amarelo no revestimento para quebrar a monocromacia do vermelho terroso. O charme da entrada da casa do operário gerou burburinho entre os vizinhos e muitos elogios. Assim, rapidamente, a moda se espalhou pelo bairro e até jornais da época noticiaram a nova febre de revestimento que se espalhava por São Paulo. via vida cacarecos e reciclagens A partir daí, classes mais altas também passaram a aderir a nova mania e as indústrias de cerâmica viram na popularização dos caquinhos uma fonte de lucro e começaram a vender – obviamente, a preços acessíveis – os cacos de cerâmica. O custo do metro quadrado do caquinho cerâmico era 30% do valor de um caco íntegro. Até este ponto, a história faz sentido e não há nada de muito surpreendente ou inacreditável na popularização dos caquinhos. Mas o improvável aconteceu: a demanda pelo revestimento cresceu tanto que começou a faltar cacos de cerâmica no mercado – para não comprometer as vendas, a própria empresa passou a quebrar as lajotas inteiras. O mais curioso ainda é que, anos depois, chegou no ponto em que o refugo passou a ser mais caro do que a cerâmica íntegra. Mas os caquinhos de cerâmica foram embora tão rápido quanto vieram – nos anos 60, a classe média, que foi a maior responsável pela popularização do revestimento, passou a se mudar para condomínios e prédios – por isso, pararam de fazer uso dos cacos. As classes inferiores também passaram por mudanças – ou foram residir em lotes menores ou recorriam a casas nas favelas. Se você ficou com saudade dos pisos de caquinhos ou se você ficou curioso e ainda não conhece o revestimento que foi febre nos anos 50, anote a dica – o bairro da capital paulista Vila Mariana é repleto de casas tradicionais e bem preservadas que ainda têm o piso revestido com os cacos de cerâmica. Se você se apaixonou pela hist

Fonte: A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo | Raquel Almeida | bim.bon