Faça uma toca pra gatos com camiseta velha!

Em vez de gastar dinheiro com casinhas super modernas e caras, que tal aprender um jeito bem fácil e econômico de criar um novo lar para seu bichano?

Você vai precisar de:

1 camiseta de malha
1 pedaço de papelão
2 cabides de arame encapado
Fita crepe
Alicate
Tesoura

Primeiramente, você vai desmontar os cabides desenrolando as extremidades do arame. Use um alicate para cortar as pontas.

O segundo passo é moldar os arames formando dois arcos de tamanhos iguais

O terceiro passo é cortar um quadrado de papelão, que vai ser a base da toca. Forre os cantos do papelão com fita crepe e faça um furo em cada ponta. Agora é só encaixar os arames cruzados, assim como na foto abaixo.

A ponta do arame que fica para fora será dobrada e por cima, você deve passar fita crepe pra fixar.

Onde os arames se cruzam, coloque mais fita crepe para uni-los bem, como na foto.

Agora é só vestir a camiseta na estrutura, de maneira que a gola seja a porta da toca.

Depois disso é só prender as sobras da camiseta com fita crepe e pronto! Você já tem um casinha de gatos!

Fonte:Consumo Social

Todos os santos de Narciza

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Esse é um daqueles lugares que quando você vê, você para. Para pra  contemplar, tamanha é a pureza, o despojamento e a simplicidade….uma simplicidade que chega a comover, e a fazer você  refletir de que se precisa  muito pouco pra ser feliz. É o oratório de uma senhora de 93 anos, chamada Narciza, filha de Bertoldo e Berberina, irmã de Brazilino, meu avô. Uma doce senhora, que tem orgulho da sua casinha branca, construída no alto de uma pedra, lá onde o rio faz a curva e onde seu fogão à lenha trabalha silencioso longe dos olhares apressados da cidade. Quando pedi licença para tirar foto do seu oratório, que eu disse ter achado muito lindo, ela me olhou sorrindo e estranhando o pedido respondeu…então porque não faz um?….pois é tia, devia fazer mesmo! pensando no assunto 🙂

Quando o Patchwork do tapete vai pra poltrona!

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Tinha acabado de colocar a poltrona marrom no meu quarto. Ela estava sobrando na sala, e no meu quarto tinha um espaço perfeito pra ela. Ela estava meio sisuda com esse veludo marrom, mas bem confortável pra leitura. Aí aparece minha mãe com esse presente lindo… tapetinhos de patchwork supercoloridos que se encaixaram super bem no assento e apoio de pés…parece que foram feitos pra ela…poltrona renovada, adorei!

Mesa de Trabalho ou Balcão…superfuncional!

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Super prática pra ter em casa ou escritório!

bedLiving in a small apartment means having to make a choice: desk or bar? You can have both with the Transforming Bar / Desk!The design includes a cork-backed wall at the back of the desk that pivots on wooden dowel posts on the sides of the desk. Simply pull the desk away from the wall, fold down the back wall, and it becomes a bar with seating for 3 at stools. A trough at the back of the desk (hidden by the bar top when it’s down) has room for 20+ bottles, a shelf for bar wear, and a recessed nook for an ice bucket or cutting board.

Fonte: Transforming Bar Desk

Tapete feito com sobras de malha! Muito lindo e colorido!

Esse tutorial da Pinterest sobre o tapete trançado com sobras de malha é bem legal. Essas fios podem ser feitos tanto de camisetas velhas, ou retalhos de malhas, ou podem ser comprados em rolos  em lojas de artesanato. Muito lindo!

Fonte: (1) How To Make A Braided T-Shirt Rug

A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo | Raquel Almeida | bim.bon

A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo – Autor: Raquel Almeida – Se você é paulista ou se já circulou por bairros mais tradicionais e preservados de São Paulo, provavelmente já deve ter visto o revestimento de caquinhos para pisos. O chão de cerâmica quebrada faz parte das memórias de vários moradores da cidade e marcou uma geração inteira como decoração da época das casas paulistas. Mais interessante que o charme dos caquinhos, só mesmo a história que está por trás dessa tradição. Tendo como base a história contada pelo engenheiro Manoel Botelho, o bim.bon te ajuda a entender como o revestimento virou febre na metade do século passado. via flickr Por volta das décadas de 40 e 50, São Paulo possuía duas grandes indústrias de cerâmica. A mais importante para contar essa história é a Cerâmica São Caetano, que chegou no estado paulistano em 1913 e, por muitos anos, foi referência em produção de tijolos, ladrilhos e telhas. Um dos produtos mais populares dessas indústrias era um tipo de lajota cerâmica quadrada (com cerca de 20x20cm), composta por quatro quadrados iguais. Inicialmente, elas eram produzidas nas cores vermelha – que era a mais comum e mais barata -, preta e amarela. Essas lajotas eram comumente utilizadas em pisos de comércios ou em casas de classe média. Na época, os lotes dos operários possuíam de 10x30m ou, no mínimo, 8 x 25m – o dinheiro era escasso e os pisos eram em sua grande maioria cimentados, cinzas e monótonos. No entanto, naquela época, durante o processo de fabricação industrial das peças, aconteciam muitas quebras das lajotas – e esse material quebrado era deliberadamente descartado pela fábrica. Eram caminhões carregados que transportavam os descartes para um terreno abandonado para serem enterrados. via donna gatta Até que um dia, um funcionário da empresa que terminava a reforma de sua casa e não possuía dinheiro para revestir seu piso, lembrou das lajotas quebradas e dispensadas. O operário pediu que pudesse reunir parte do das sobras e usar em sua reforma – a empresa topou e ainda forneceu transporte gratuito dos restos de cerâmica, já que economizaria dinheiro se não houvesse tanto descarte para enterrar. A remessa recebida pelo operário possuia predominantemente peças vermelhas, mas haviam algumas amarelas e pretas também. No momento de assentar, o empregado não descartou as peças de outras cores – misturou o preto e o amarelo no revestimento para quebrar a monocromacia do vermelho terroso. O charme da entrada da casa do operário gerou burburinho entre os vizinhos e muitos elogios. Assim, rapidamente, a moda se espalhou pelo bairro e até jornais da época noticiaram a nova febre de revestimento que se espalhava por São Paulo. via vida cacarecos e reciclagens A partir daí, classes mais altas também passaram a aderir a nova mania e as indústrias de cerâmica viram na popularização dos caquinhos uma fonte de lucro e começaram a vender – obviamente, a preços acessíveis – os cacos de cerâmica. O custo do metro quadrado do caquinho cerâmico era 30% do valor de um caco íntegro. Até este ponto, a história faz sentido e não há nada de muito surpreendente ou inacreditável na popularização dos caquinhos. Mas o improvável aconteceu: a demanda pelo revestimento cresceu tanto que começou a faltar cacos de cerâmica no mercado – para não comprometer as vendas, a própria empresa passou a quebrar as lajotas inteiras. O mais curioso ainda é que, anos depois, chegou no ponto em que o refugo passou a ser mais caro do que a cerâmica íntegra. Mas os caquinhos de cerâmica foram embora tão rápido quanto vieram – nos anos 60, a classe média, que foi a maior responsável pela popularização do revestimento, passou a se mudar para condomínios e prédios – por isso, pararam de fazer uso dos cacos. As classes inferiores também passaram por mudanças – ou foram residir em lotes menores ou recorriam a casas nas favelas. Se você ficou com saudade dos pisos de caquinhos ou se você ficou curioso e ainda não conhece o revestimento que foi febre nos anos 50, anote a dica – o bairro da capital paulista Vila Mariana é repleto de casas tradicionais e bem preservadas que ainda têm o piso revestido com os cacos de cerâmica. Se você se apaixonou pela hist

Fonte: A história surpreendente dos caquinhos de cerâmica de São Paulo | Raquel Almeida | bim.bon

12 formas de personalizar a placa com o número da sua casa

Post super fofo e útil da casa.com.br, de placas com números de casa, com os tutoriais de como fazer. São ideias simples e fáceis, que vão diferenciar a sua casa, porque, fala sério, tudo é muito igual!!  Mãos à obra!!

Surpreenda as visitas antes mesmo de elas entrarem na sua casa

1. Uma placa de madeira, uma tinta preta (com um pouquinho de verniz), flores coloridas e os números que você pode comprar em qualquer home center. Pronto! Uma placa-vaso para dar charme a qualquer entrada. Aprenda a fazer aqui.

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2. Muitos pregos, paciência e uma tábua de madeira. Um DIY não muito difícil de fazer, mas bem trabalhoso (e original!)placa02

3. Além de ter um esconderijo secreto, esta placa foi feita com uma tinta que brilha no escuro. Ou seja, mesmo de noite, as visitas vão achar sua casa! Tem o passo a passo aqui.

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4. Esta placa também demanda paciência: madeira, um CD antigo, uma pinça, cola e muita coordenação motora. Aprenda o tutorial.placa04

5. Criação da loja Urban Mettle, esta placa tem um preço salgado (223 euros na Etsy). Feita de alumínio, é um vasinho que recebeu a aplicação dos números. Com um pouco destreza manual, dá para improvisar e fazer sozinho, não?placa05

6. Os números que podem ser comprados prontos foram aplicados no vaso, que ganhou charme com a gramínea. O truque aqui é que no fundo do recipiente, há furos para drenar a água. Se achar muito complicado fazer sozinho, a lojaCelebrate The Memories vende por R$ 258.placa06

7. Uma placa grande de madeira, várias tiras menores envernizadas, números comprados prontos e pronto, um jeito charmoso de indicar o número de sua casa. Aprenda.placa07

8. No lugar de vasos com plantas, esta placa tem um luminária ao lado dos números. Ótimo para inovar na iluminação da área externa da casa e indicado somente para quem sabe fazer DIY com ligações elétricas. Quem quiser comprar pronto, tem aqui.placa08

9. O mosaico desta placa é um pouco diferente: pedacinhos de vidro compõem o fundo da peça e servem de cenário para os números. Também vende pronto na GreenStreetMosaics.placa09

10. O fundo desta placa é feito de vidro. Simples, clean e moderno. (Também vende pronto naModplexi)placa10

11. Um quadrinho, com os algarismos na frente e os números escritos por extenso no fundo. Fácil (se você tiver uma caligrafia bonita…) e prático de pendurar (afinal, é um quadro!). Tutorial.placa11

12. No mesmo esquema das “placas pequenas de madeira coladas em uma maior”, esta aqui ganhou filetes coloridos e um jeito original de ser pendurada. Tem o passo a passo aqui.placa12

Fonte: 12 formas de personalizar a placa com o número da sua casa – Casa

Cabides coloridos

Cabides velhos e horríveis no seu guarda roupa? NÃO MAIS!
para ter esses cabides fotos no seu guarda-roupa basta ter cola branca + tecido ( cortados em tiras) e pronto, passe cola e vai enrolando bem juntinhos um do outro até revestir todo cabide fácil , é uma gracinha !Posted by: Casa & Decora

Porta lápis/ferramentas

Ótima dica para o dia dos pais. Além de poder ser usado no escritório, a ideia é ótima para espetar ferramentas, como chave de fendas, brocas, etc.

Posted by: Decoração, Reciclagem e Jardinagem.

Luminária de Garrafa Pet

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A parceria de um designer com a tradição têxtil Colombiana, só poderia dar nesse incrível projeto. Veja mais no site http://petlamp.org/

Matéria também no site: http://http://www.hypeness.com.br/2013/06/garrafas-de-plastico-sao-transformadas-em-fantasticas-luminarias/

Os opostos se atraem

A rusticidade do cimento se contrasta com a delicadeza das flores e plantas. Muito lindo. Tem um baixo custo e um lindo efeito. Bom para fazer com aquelas mudinhas de plantas que que sobram quando limpamos os vasos. Pode se transformar numa ótima ideia para uma lembrança de festa ou presente. Posted by Creative Ideas

Capa para cadeira de plástico

http://www.liveinternet.ru/users/chilena/post277154113/(699x700, 508KB)

Uma capa charmosa que vai dar um colorido especial à sua varanda ou jardim.